Archive for the ‘Consumo Responsável’ Category

CARNAVAL – Caia na folia de forma consciente

Caia na folia de forma consciente

 

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Pequenas atitudes podem garantir um carnaval alegre, seguro e socialmente responsável

Carnaval é tempo de alegria. Mas a irreverência, marca principal da festa, não é desculpa para se esquecer de algumas atitudes socialmente responsáveis. O consumo consciente não diz respeito apenas a atitudes com relação ao próximo e ao planeta. Cuidados com a saúde e com a segurança próprias também estão relacionados ao consumo consciente.

 

Abaixo algumas dicas para brincar muito – conscientemente.

 

  • Não deixe seu lixo por aí. Leve uma sacola ou mochila na qual você possa armazenar o lixo que produzir até conseguir uma lixeira para descartá-lo.
  • O Carnaval é marcado por uma verdadeira explosão de criatividade. Tanto no desfile das escolas de samba, passando pelos bailes carnavalescos e pelos blocos de rua, as cidades são tomadas por fantasias criativas e irreverentes. Mostre que você é mais criativo ainda. Utilize materiais biodegradáveis na confecção de sua fantasia.
  • Se for viajar de carro, vistorie seu carro. A medida pode trazer ganhos para seu bolso e para o meio ambiente, além de maior segurança nas estradas.
  • Brincadeiras com água, como molhar os foliões com mangueiras, é coisa de outros carnavais – literalmente. A estiagem é coisa séria, que não pode ser desconsiderada nem mesmo no Carnaval.
  • Tenha paciência. Afinal é Carnaval. Perca alguns minutos nas filas dos banheiros químicos. A sua cidade agradece.
  • Se for viajar, respeite o lugar que o acolhe, seja preservando a natureza e respeitando os costumes e a cultura locais.
  • Fique atento para não perder seus documentos. Leve apenas o básico, como carteira de identidade ou de motorista.
  • Cuide-se de si mesmo: prefira comidas leves, beba muita água e sucos e aproveite para se desligar dos problemas.

 

Resumindo: seja feliz!

 

Renato Moreno Munhoz

21-97932-1878

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Reaproveitamento da Água

Reaproveitamento da Água

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A água é suficiente para todos, independente das chuvas, desde que a gente use com muita responsabilidade. O Rio de Janeiro tem o maior consumo per capita do país, 329 litros por dia e ainda deperdiça mais de 30% do que trata, atacando nas duas frentes, certamente garantiremos água para todos.

Muito se fala de como podemos reduzir o consumo, acho que as medidas mais efetivas acabaram se tornando banais e com isso muitas vezes acabamos nos esquecendo de adotá-las no dia-a-dia, de qualquer forma, todos sabemos que temos que reduzir o tempo no banho, juntar roupas antes de lavá-las, usar balde para lavar o carro, não usar mangueiras para lavar calçadas, caixas acopladas com descarga de duplo fluxo etc.

Existem outras medidas que são menos óbvias e que fariam grande diferença, principalmente quando se trata de chuveiros a gás.

1- O tempo que demora em chegar a água quente ao chuveiro, a depender da distância do aquecedor, pode consumir até 10 litros de água, em uma residência de três pessoas, são 900 litros desperdiçados por mês. Multiplique pelas milhares de residências.

Sugestão: recolher essa água em baldes e utilizar nas descargas, para lavar quintal e varandas e ainda regar as plantas.

2- Regulagem do aquecedor, poucos atentam a esse detalhe, grande parte das pessoas têm aquecedores regulados para levar a água quente quase fervendo ao chuveiro e depois regula a temperatura com o uso da água fria. Aqui temos dois problemas, o primeiro é o consumo elevado de gás sendo que será necessário esfriar uma água que foi aquecida além do que precisava e segundo, será necessária uma vazão de água muito maior para garantir a temperatura ideal.

Sugestão: regular a chama do gás para que água chegue ao chuveiro na temperatura ideal.

3- Manutenção do aquecedor, qualquer tipo de falha no equipamento ou até mesmo a falta de pilhas fará com que a água não esquente e por consequência seja desperdiçada pelo ralo.

Sugestão: a manutenção periódica e a troca das pilhas garantirão não somente a redução do consumo como também a sua segurança em casa.

Outras medidas

Além da água limpa e potável que desperdiçamos, temos ainda outras águas que podem ser reaproveitadas, a principal e de maior volume é a água com sabão da máquina de lavar roupas, essa água pode ser coletada facilmente em recipientes para uso também nas descargas e para lavagem de áreas maiores, como áreas comuns, varandas, quintais etc.

Sistemas de coleta e armazenamento de água de chuva também são bem-vindos, mas dependem das chuvas que são inconstantes.

Essas são medidas simples que nos desafiam a mudar nossos hábitos, a combater o luxo que acreditamos que podemos ter, mas só conseguimos desperdiçar o que temos em abundância, o que não é o caso dos nossos recursos naturais, sobretudo, a água.

 

Renato Moreno Munhoz

renato@condominiosimples.com.br

21-97932-1878

Dia Mundial do Meio Ambiente

Dia Mundial do Meio Ambiente

 

Essa é uma data que serve mais para a reflexão do que para comemoração, estamos revertendo o processo que levou a tona toda essa discussão? Ou ainda soa tudo como modismo e que nossa missão é  simplesmente jogar nosso lixo na lixeira colorida correta?

Está na hora de incorporarmos no nosso dia-a-dia atitudes que realmente façam a diferença, e não somente uma meia dúzia de cidadãos, mas a grande massa. Parece que o que fazemos é pouco e muitas vezes deixamos de fazer pelo mínimo impacto aparente, mas sensíveis quando somados aos milhões de domicílios com as mesmas atitudes.

Cada quilowatt economizado, seja por um banho de 1 minuto a menos, um carregador de celular retirado da tomada, uma lâmpada apagada, reflete em centavos de economia individual, porém se multiplicados, poderíamos poupar o despejo dos índios de Belo Monte, desativar as usinas nucleares e ainda evitar a necessidade de ativar as termelétricas, caras e poluentes.

O mesmo se aplica ao lixo gerado e ao desperdício, estudos dizem que as famílias brasileiras desperdiçam aproximadamente 20% dos alimentos comprados, isso não significa somente que muitas pessoas poderiam ser alimentadas, mas também que foram necessários 20% mais caminhões para transportá-los, gerando engarrafamentos, 20% a mais de poluição, 20% a mais de consumo de derivados de petróleo e o produto possivelmente 20% mais caro.

Precisamos ter uma visão abrangente e entender que qualquer pequeno gesto, quando adotado pelo coletivo, gerará resultados surpreendentes.

Eu sou um grande defensor de que o Estado deve tomar ações mais rígidas em relação geral ao Meio Ambiente, com leis e incentivos fiscais para a manutenção de áreas verdes, margens de rios, coleta seletiva, controle de emissões de poluentes no ar e água, políticas inclusivas de valorização de cooperativas e catadores e principalmente nos prédios, condomínios residenciais e comerciais, onde os ganhos serão realmente expressivos.

Hoje a Comlurb anunciou que aumentará a coleta de materiais recicláveis no Rio de Janeiro para 5% com a inclusão de novos caminhões, mas será que existe infraestrutura para realizar a separação desse material? E também que pretende chegar a 25% até 2016. Medida louvável, mas difícil de acreditar que esses números sejam alcançados de forma plena, garantindo a destinação correta e reaproveitamento de todo esse material. Também não ficou claro se nessa conta entram as ações das cooperativas e catadores. Agora é esperar para ver…

Cada um de nós pode ajudar, fale com o seu síndico, seu vizinho, seu amigo, crie comissões de sustentabilidade no seu condomínio, rua ou bairro. As informações que temos já são mais do que suficientes, basta vontade e arregaçar as mangas. 

Tem uma ação em andamento em sua comunidade? O Blog Condomínios Sustentáveis terá o prazer de divulgar as iniciativas e estimular a adesão de mais e mais pessoas à nossa causa.

Feliz Dia do Meio Ambiente!

Renato Munhoz

renato@condominiosimples.com.br

 

 

Sociedade de Consumo

Sociedade de Consumo

Nunca os apelos de consumo foram tão explícitos como hoje, o padrão de vida americano e europeu tem invadido os países emergentes, muito produtor para pouco mercado, eis o motivo da necessidade de expandir mercados e tentar criar demandas até pouco tempo inexistentes.

Não somos mais capazes de viver sem celular, sem computador, sem o tênis de marca, e mesmo assim ele estará obsoleto em poucos meses e quem vai querer ficar para trás? Ter um produto ultrapassado enquanto todos os seus amigos têm aquele que acabou de ser lançado.

Estamos nos tornando escravos de um estilo de vida insustentável, de consumo exagerado por produtos que nos dizem que precisamos, e o pior, na maioria das vezes acreditamos nisso.

Há alguns anos nossos filhos não precisavam mais do que uma Conga ou Kixute, brincadeiras de rua, pipa e pião; hoje é o tênis de marca, tablet, celular, agenda, Galinha Pintadinha… Será que estamos nos tornando mais felizes na medida que compramos mais? Temos mais ao tempo que nos empobrecemos, financeiramente e espiritualmente.

Recentes pesquisas comprovam, o nível de felicidade dos países mais ricos e consumistas não é maior do que dos países pobres e emergentes, mostrando não haver relação direta entre consumo e felicidade.

A verdade é que o nosso consumo é somente mais uma tentativa de preencher vazios interiores, alguns bebem, outros acham que uma conta bancária recheada trará a almejada felicidade, outros em ter carros, fazer viagens, estabilidade no emprego etc. No final, quando alcançaram seu objetivo material, percebem que se sentem exatamente como antes, humanos.

Eu, particularmente, não sou uma pessoa que prega o total desprendimento dos bens materiais, abdicar das nossas conquistas, nossos confortos, eu tenho meu tablet, meu celular, meu carro, porém acredito que existe um limite e um equilíbrio entre o desejo doentio e a necessidade real.

Vamos nos lembrar que para satisfazer nossos desejos, sempre há alguém que ganha e quem perde. Quem ganha? As grandes empresas do primeiro mundo e os governos dos países com mão-de-obra barata. E quem Perde? A mão-de-obra barata, o meio ambiente (extração indiscriminada de matérias primas, matriz energética a base de carvão, emissões de CO2, uso da água para fins não nobres, poluição do solo e água, geração exagerada de resíduos), Eu e Você, que nunca teremos o “último” modelo por mais do que alguns meses.

O texto é curtinho, serve apenas de reflexão, de que lado você está? Da consciência, do usurpador ou do manipulado? Não se sinta infeliz por se sentir manipulado ou por não ter, busque dentro de si o que lhe preencha o vazio que sente e seja plenamente feliz!

Renato Moreno Munhoz

renato@condominiosimples.com.br

Síndico Sustentável

Síndico Sustentável

Deseja viver um condomínio sustentável? Preocupado com as pessoas?

Myopia

O primeiro passo é a escolha um síndico que seja empenhado na realização de ações de sustentabilidade, qualidade de vida e consumo responsável.

A maioria dos síndicos apesar de bem-intencionadas estão somente preocupados com balancetes, mediação de conflitos, folha de pagamento etc.

Na nossa atual realidade e ainda mais em um futuro próximo, teremos que ser síndicos mais preocupados e abrangentes, não somente administradores de recursos financeiros.

www.sindicoprofissionalrj.wordpress.com

 

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Renato Moreno Munhoz 21-9432-2321

 sindicoeasyway@gmail.com

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O futuro dos transportes – Veículos elétricos e híbridos

 

O futuro dos transportes

 

A cada dia vemos mais iniciativas de desenvolvimento de veículos 100% elétricos ou híbridos, que funcionam com 2 motores, uma a combustão e outro elétrico. O 100% elétrico possui algumas limitações de autonomia e tempo de recarga, que pode durar algumas horas, é ideal para trajetos curtos, como a ida ao trabalho, onde o carro não precisa ir tão longe e ainda ficará muitas horas parado para poder abastecer o banco de baterias.

 

Já o carro híbrido resolveu essa questão, o próprio motor a combustão é capaz de reabastecer as baterias, esse motor só entra em funcionamento quando as baterias descarregam ou quando o carro alcança velocidades maiores, e ainda trabalhando em conjunto os dois motores além de proporcionarem economia excepcional, ainda aumentam significativamente a potência do veículo. É claro que ainda existirá o agente poluente, porém reduz drasticamente o consumo geral de gasolina e outros derivados e a nossa dependencia pelo petróleo.

 

Inclusive o Brasil possui toda a tecnologia necessária para a produção de veículos verdes, os elétricos, híbridos e ainda os movidos à hidrôgenio, que pasmem, emite nada mais do que vapor de água pelos escapamentos, mas a grande questão é: por que não incentivamos mais ou utilizamos essas tecnologias que já foram comprovadamente testadas e com a possibilidade real de produção comercial em larga escala?

 

É claro que essas tecnologias ainda são mais caras por serem pioneiras, mas incentivos fiscais poderiam igualar o valor de um veículo verde à um convencional, isso não é feito pelo ainda imenso lobby da indústria de energia.

 

Mais uma vez quem ganha? A sociedade? Ou os interesses comerciais? O que você quer para o seu futuro e dos seus filhos, netos….?

 

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Renato Munhoz – 21-9432-2321

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Seguem algumas iniciativas verdes nacionais para a área de transportes:

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Recicle as suas Atitudes

 

Recicle as suas atitudes

 

No final de semana, passando pela praia de Botafogo, me deparei com as esculturas feitas de garrafas plásticas, uma obra de arte, e o cartaz: “Recicle as suas Atitudes”.

 

Pareceu ao mesmo tempo mais uma frase de impacto mas é tão forte que me fez parar e pensar: o que precisa mudar para termos o futuro que queremos? Depende do governo? Depende do seu síndico? Depende de alguém que você não conhece deixar de jogar lixo no chão? Deixar de cortar árvores na Amazônia? Um país do outro lado do mundo parar de queimar carvão?

A resposta para as perguntas acima: sim e NÃO! Praticamente tudo que nos acontece, sejam coisas boas ou ruins, são consequencias de atos que alguma pessoa fez, intencionalmente ou não.

 

Depende de você e de mais ninguém decidir o que você quer fazer, o bem ou o mal. Se cada um fizer a sua parte, já teremos garantido o futuro, pelo menos, das próximas gerações.

 

Mas o que podemos fazer? Quais atitudes devem ser recicladas?

 

Temos que reciclar as atitudes dos cidadãos, no sentido de analisarem a real pegada que cada um deixa, reciclar as atitudes dos prefeitos e governadores, dos administradores condominiais, do Presidente da República, de todos os tomadores de decisão.

 

Somente com uma ação conjunta de todos os níveis da sociedade, com cobranças diretas e empenho dos executores,  poderemos chegar onde queremos.

 

 

O que falta?

 

  • Leis que obrigem ações ambientais, sem grandes burocracias e com honestidade para que não haja mais o “jeitinho” brasileiro para tudo.
  • Incentivo fiscal para as ações de sustentabilidade para cidadãos, cidades e empresas, redução e corte de impostos para a construção civil, automobilístico, aviação, reflorestamento, manutenção de áreas verdes, proteção de mananciais etc.
  • Cobrança e compromisso firme por resultados concretos mensuráveis.

 

É claro que isso não é tudo, esbarramos principalmente nos interesses financeiros. Não o capitalismos onde se prega ter o que se precisa, mas aquele mais nefasto, pregando que devemos comprar muito mais do que necessitamos, sem agregar qualquer sensação de felicidade às nossas vidas.

 

Cada dia temos mais bens, mais roupas, mais carros e as nossas vidas cada vez mais vazias e sem sentido.

 

 

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Renato Munhoz – 21-9432-2321

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