Archive for the ‘Energia Elétrica’ Category

Apresentação do Condomínio no SECOVI-RIO

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Foi um prazer enorme poder ter feito a apresentação das ações de sustentabilidade e redução de custos na última segunda-feira para uma turma de formação de síndicos organizada pelo SECOVI-RIO, com aproximadamente 40 pessoas.

Lá pude apresentar o vídeo da reportagem feita pela TV Brasil e explicar em detalhes as ações práticas realizadas nas áreas de redução do consumo de energia elétrica, água, educação ambiental, coleta seletiva, decompositor, horta orgânica e ações de promoção da saúde e bem-estar.

Apresentei algumas das soluções criativas como a instalação da controladora digital para regular a temperatura da sala de câmeras e os substitutivos mais baratos e mais “verdes” aos produtos de limpeza.

Além disso foram dados exemplos de como poderíamos reduzir custos com a consolidação de contratos e gestão de consumo de produtos, como materiais de limpeza e elétricos.

Também houve a apresentação do caso de sucesso de outro síndico muito empenhado nas questões de redução de custos e finalizamos com uma rodada de discussão e perguntas dos “alunos”.

Agradeço ao SECOVI-RIO pela oportunidade de poder ajudar os síndicos a serem cada vez mais VERDES!

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Renato Moreno Munhoz 21-9432-2321

 sindicoeasyway@gmail.com

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O futuro dos transportes – Veículos elétricos e híbridos

 

O futuro dos transportes

 

A cada dia vemos mais iniciativas de desenvolvimento de veículos 100% elétricos ou híbridos, que funcionam com 2 motores, uma a combustão e outro elétrico. O 100% elétrico possui algumas limitações de autonomia e tempo de recarga, que pode durar algumas horas, é ideal para trajetos curtos, como a ida ao trabalho, onde o carro não precisa ir tão longe e ainda ficará muitas horas parado para poder abastecer o banco de baterias.

 

Já o carro híbrido resolveu essa questão, o próprio motor a combustão é capaz de reabastecer as baterias, esse motor só entra em funcionamento quando as baterias descarregam ou quando o carro alcança velocidades maiores, e ainda trabalhando em conjunto os dois motores além de proporcionarem economia excepcional, ainda aumentam significativamente a potência do veículo. É claro que ainda existirá o agente poluente, porém reduz drasticamente o consumo geral de gasolina e outros derivados e a nossa dependencia pelo petróleo.

 

Inclusive o Brasil possui toda a tecnologia necessária para a produção de veículos verdes, os elétricos, híbridos e ainda os movidos à hidrôgenio, que pasmem, emite nada mais do que vapor de água pelos escapamentos, mas a grande questão é: por que não incentivamos mais ou utilizamos essas tecnologias que já foram comprovadamente testadas e com a possibilidade real de produção comercial em larga escala?

 

É claro que essas tecnologias ainda são mais caras por serem pioneiras, mas incentivos fiscais poderiam igualar o valor de um veículo verde à um convencional, isso não é feito pelo ainda imenso lobby da indústria de energia.

 

Mais uma vez quem ganha? A sociedade? Ou os interesses comerciais? O que você quer para o seu futuro e dos seus filhos, netos….?

 

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Renato Munhoz – 21-9432-2321

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Seguem algumas iniciativas verdes nacionais para a área de transportes:

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Ban Ki-moon defende ações locais para gerar sustentabilidade global

Condomínios Sustentáveis alinhado com o Rio+20

Hoje lendo a reportagem do G1, me remeteu ao artigo que escrevi ontem,  Pense Global, aja localmente . Acreditamos na mesma coisa, que as cidades têm papel fundamental para alcançar a sustentabilidade plena, e os milhões de residências e condomínios têm muito a contribuir

 

Segue a reportagem do G1 na íntegra.

Ban Ki-moon defende ações locais para gerar sustentabilidade global

O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, defendeu na tarde desta quinta-feira (21) que ações realizadas no nível regional e local são essenciais para uma política global de desenvolvimento sustentável. Segundo ele, é preciso andar cada vez mais perto de governos locais e líderes em todo o mundo para criar modelos de ação que podem ajudar a criar sustentabilidade.

“As cidades de todo o mundo estão na vanguarda do desenvolvimento de tecnologias que ajudam no desenvolvimento sustentável. O que é local é global, e o global é local”, disse, citando a capital paranaense como um bom exemplo. “Aqui no Brasil, Curitiba é um modelo global”.

 

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, durante apresentação na Rio+20 (Foto: Daniel Buarque/G1)
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, durante apresentação na Rio+20 (Foto: Daniel Buarque/G1)

Para Ki-moon, cada pais é uma soma de cidades “e as soluções passam por governos locais.” Segundo ele, a maior parte dos problemas relacionados à sustentabilidade se manifestam exatamente nas cidades, e portanto é nas cidades que devem surgir as soluções para os problemas.

O discurso foi realizado na área ao lado do Riocentro, onde chefes de Estado e governo participam do segmento de alto nível da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável.

“Saímos daqui com mais compromisso local para mudança. É preciso ter liderança regional. Desenvolvimento urbano é chave do desenvolvimento sustentável”, disse Ki-moon. “o Rio nao é o final do nosso processo, é apenas o começo.”

O secretário-geral das Nações Unidas participou de uma apresentação sobre liderança e sustentabilidade para o mundo urbano em 2030. O evento foi organizado pelo Iclei – Governos Locais pela Sustentabilidade, uma associação global de governos locais que defendem ações ligadas ao desenvolvimento sustentável. Ali foi apresentada a “Mensagem para o Rio”, documento de conclusão do congresso da Iclei com o posicionamento oficial do grupo para a Rio+20s governos locais para a Conferência da ONU.

Antes da apresentação do secretário-geral da ONU, a ministra do Meio Ambiente da Dinamarca, Ida Auken, elogiou avanços da Rio+20 no sentido de incentivar ações locais de sustentabilidade. “É a primeira vez que conseguimos uma declaração tão global que dá atenção a iniciativas locais”, disse.

 

 

Pense Global, aja localmente

Pense Global, aja localmente


Parece que as nossas pequenas ações nada mudarão a nossa relação com a sustentabilidade, mas como diz o ditado: “de grão em grão que a galinha enche o papo”; podemos sim fazer a diferença.

Certamente algumas dessas ações não terão efeito sentido no local onde você mora, mas por exemplo, a redução do consumo de energia elétrica, por menor que seja, se for adotado por muitos poderá se refletir em ganhos enormes.

As cidades estão consumindo mais energia do que nunca, é o custo da comodidade, podemos nos damos à esse luxo e muita coisa pode ser feita para minimizar esse impacto, algumas extremamente simples, sem comprometer o conforto.

O aumento do consumo nos faz ir atrás de cada vez mais fontes de energia, sejam limpas ou as teoricamente limpas como as hidreletricas, que dependem de desmatamento e alagamento de áreas.

 

Nesse ritmo precisaremos de quantas novas Belo Monte?

 

Pensando nisso, e tentando minimizar a nossa pegada no planeta, elaborei um conjunto de ações simples que podem parecer clichê, mas que se adotados em sua maior parte pela maioria das pessoas, poderemos começar a sentir algum efeito direto nas nossas vidas.

 

Dicas simples:

 

1. Valorize a luz natural, mantenha suas cortinas abertas.

2. Pinte as paredes de casa com cores claras e ecológicas.

 


3. Dê preferencia a comprar produtos fabricados e comercializados próximos de sua residência, nada contra os chineses, mas seus produtos são produzidos com matriz energética à base de carvão e o transporte emite toneladas de CO2.

 

4. Retire aparelhos e carregadores das tomadas quando não estiverem em uso.

5. Reduza o brilho do monitor do computador.

 


6. Evite o uso de lâmpadas incandescentes, prefira lâmpadas fluorescentes e de LED, compre lâmpadas de boa qualidade, lâmpadas muito baratas têm normalmente vida útil menor.

 

7. Use menos o carro, prefira a bicicleta, caminhadas e fazer compras nos mercados próximos, com uso de carrinhos e ecobags.

 

8. Faça uma pequena horta de temperos e ervas, dá vida à casa e produtos de qualidade garantida. http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/casa/conteudo_411077.shtml

 


9. Plante uma árvore, ahh não tem espaço e nem tempo? A SOS Mata Atlântica pode fazer isso por você através do www.clickarvore.com.br

 

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Renato Moreno Munhoz – 21-9432-2321

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Mal Contato nas Conexões do Sistema Elétrico do Condomínio

Mal Contato nas Conexões do Sistema Elétrico do Condomínio

 

Já falamos antes sobre a importância da manutenção periódica dos painéis elétricos, porém não somente eses merecem a atenção dos síndicos. É importante que de tempos em tempos um profissional qualificado faça a revisão das instalações, assim como, todo cuidado deve ser tomado na hora de instalar equipamentos, aumentar ou remanejar cargas elétricas.


Geralmente, os problemas acontecem nos maiores consumidores de energia, esses podem sobrecarregar os sistemas, causar o aquecimento dos cabos e sem cuidados imediatos, além do aumento do consumo de energia causado pela resistência, podem ocasionar curto circuitos com graves consequências, que vão desde o simples desligamento dos disjuntores até aos incêndios e fatalidades.


Podemos citar como alguns dos grandes consumidores de energia em um condomínio os elevadores, bombas, chuveiros elétricos, aquecedores e aparelhos de ar condicionado.


Mal contato em circuitos elétricos podem ocorrer em qualquer ponto onde haja contato entre dois condutores, como emendas de fios, interruptores, tomadas, soquetes de lâmpada, etc.. Normalmente, é  provocado por uma fixação ou conexão inadequada.


As reações químicas aumentam com a elevação da temperatura. Os metais reagem com o oxigênio e formam óxidos que se depositam na superfície. Os óxidos (ferrugens) que se formam são isolantes, aumentando ainda mais a resistência elétrica no ponto de mal contato e, como em um círculo vicioso, a temperatura elevada acelera a oxidação.

Um mal contato em circuitos de alta corrente deve ser considerado crítico, o aquecimento e o processo de oxidação vai certamente atingir  o revestimento dos fios e os isolantes começam a se queimar.


O mal contato é um inimigo silencioso, já que não produz sobrecarga de corrente, e consequentemente, não desarma fusíveis ou disjuntores. Em sistemas sem revisão, a detecção sempre ocorre quando o pior acontece.


Em relação à segurança, o barato quase sempre sai caro, quando se contrata um profissional não qualificado, você acima de tudo, assume o risco pela vida dessa pessoa que não está apta a manusear sistemas elétricos energizados, depois coloca em risco o patrimônio do condomínio e em situação extrema, a vida dos moradores e funcionários.


Assim, fica a sugestão: síndicos, não economizem com segurança, precisando de indicações de profissionais qualificados no Rio de Janeiro, entrem em contato com Verônica pelo tel 21-8230-9618.

Renato Munhoz – 21-9432-2321

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Educação Ambiental em condomínios

Educação Ambiental em condomínios

Por Aline Cristina Arruda

www.liarruda.wordpress.com

Moramos em uma cidade com 18 milhões de habitantes, uma das maiores metrópoles do mundo responsável por 33,9% do PIB Brasileiro, o maior centro comercial da América Latina.

A cidade de São Paulo, como a maioria das cidades brasileiras, cresceu sem planejamento e o tempo é algo precioso nessa cidade que não pára. Pensando em ações simples e rápidas para condomínios sustentáveis, pequenas ações para fazer a diferença.

Agir sustentavelmente é algo necessário para o desenvolvimento das cidades e do Planeta. O lixo é uma das maiores questões e pode ser reduzido com atitudes como coleta seletiva, minhocários. Atitudes como economia de energia e água e principalmente, o consumo são grande aliadas da sustentabilidade.

Falaremos de algumas ações que podem ser executadas por qualquer pessoa em qualquer moradia (casa, apartamento):

1.Coleta Seletiva: A coleta seletiva já faz parte da rotina de 59% da população paulista. A separação de reciclagem e não reciclável já faz parte da rotina de muitos paulistas. Algumas dúvidas sempre surgem, sendo abaixo segue uma tabela do Instituto Akatu esclarecendo o que recicla e o que não recicla.

Faço duas ressalvas a tabela acima. A primeira é em relação ao lixo eletrônico e lâmpadas. Ambos têm uma destinação diferente. Para a correta destinação do lixo eletrônico, verifique no site: http://www.e-lixo.org/. Tem um mapa de São Paulo com os locais de coleta. Vale ressaltar aqui que o descarte incorreto desses materiais pode ocasionar a poluição do solo, águas, etc.

Já as lâmpadas, o Supermercado Pão de Açúcar possui ponto de coleta. Lâmpadas, assim como eletrônicos são prejudiciais ao Meio Ambiente se descartada incorretamente.

Mais informações sobre o descarte de lixo doméstico: http://oquefazercomolixo-thi.blogspot.com/

A segunda é sobre o isopor. Isopor é reciclável e deve ser acondicionado junto com o plástico. Já temos empresas no mercado especializadas em reciclagem de isopor.

2.Minhocários: trata-se de caixas com minhocas, terra e húmus na qual se despeja o lixo orgânico e cobre com folhas secas. As minhocas realizam a decomposição dos resíduos e como resultado tem-se o chorume que é um excelente fertilizante para as plantas. Não tem cheiro nenhum. Moro em um apartamento e tenho o meu minhocário. Meu lixo reduziu consideravelmente.

A Morada da Floresta vende o minhocário pronto, e entrega em casa com manual de instrução e tudo. É só começar a usar: http://www.moradadafloresta.org.br/produtos-principal/minhocarios-domesticos

3.Economia de Energia e Água: diminuir o tempo de banho, desligar a torneira ao lavar a louça e ligar para enxaguar, evitar deixar as luzes ligadas durante o dia, os eletrodomésticos na tomada quando não estiverem em uso, são algumas atitudes que podem fazer a diferença.

4.Redução do Consumo: resíduo bom é resíduo não gerado. Pensar na hora de consumir, priorizar produtos que tenham menos embalagens, pensar antes de consumir, dar preferência a alimentos orgânicos (que além de sustentáveis por não usarem agrotóxicos e não poluírem o solo e o lençol freático, fazem muito bem a saúde), fazer compras em comércio próximos à sua residência valorizando o comércio local, usar mais transportes públicos e menos carro, etc. O Instituto Akatu tem diversas dicas relacionadas a Consumo Consciente até um manual. Moda já é sustentável, usam-se tecidos sustentáveis e resíduos de plástico e papel.

Mais informações: http://www.akatu.org.br/

Elevadores são ótimos lugares para folhetos informativos sobre reciclagem, composteiras, economia de energia e água. Se o seu condomínio tiver um jornalzinho vale a pena escrever sobre atitudes sustentáveis.

Educação Ambiental não é restrita a escola, a cursos, mas uma conversar com os amigos, com a família, ensinar seus filhos de uma forma divertida, explicar para as crianças a importância de cuidar das suas coisas, da casa, do bairro, da cidade e do mundo. Somos multiplicadores de opinião, idéias, valores.

Eu tento não ser a eco chata que sempre fica falando de meio ambiente, mas sempre que posso passo algum conhecimento para meus amigos, sobrinhos e família. Usar as redes sociais, os meios de comunicação (emails, jornais do condomínio) para educar.

E sem nunca esquecer das eleições, de conhecer os candidatos e seus planos de governo, e não só os cargos executivos mais os legislativos (Deputados e Senadores), pois são eles que criam e votam as nossas leis.

Eu acredito nas leis para solucionar problemas em curto prazo e Educação em longo prazo. Qualquer pessoa pode começar a qualquer momento. E não podemos deixar de cobrar ações de nossos governantes. De um em um, só em São Paulo somos 18 milhões.

Contribua você também com artigos, ideias e sugestões!

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Os Passos para a Eficiência Energética em Condomínios

Os Passos para a Eficiência Energética em Condomínios

Para que possamos gerenciar os gastos de energia, precisamos conhecer a nossa estrutura, saber onde gastamos e o que influencia a demanda, a partir dessa análise poderemos buscar alternativas para a redução do consumo.

A chave para buscar oportunidades de redução é partir de onde se identifica o consumo, seguindo o caminho inverso até o ponto de aquisição de energia.

Passos:

1- Entender onde a energia é consumida

A eletricidade deve ser tratada como qualquer outro produto, inventariando as cargas, consumos, localização, condições de uso e outros, assim poderemos dimensionar e saber quais são e onde estão os maiores “gastadores” de energia.

Maiores consumidores de energia em condomínios normalmente são a iluminação das áreas comuns (corredores e garagens), elevadores e bombas de água.

2- Adequar o consumo às exigências

Todos os sistemas elétricos foram projetados para atender à uma exigência, as exigências podem ser algo simples como iluminar ou mais complexo, como o sistema de bombeamento e pressurização. A exigência é a eficácia do sistema, ou seja, atender aquilo que se propõe.

3- Maximizar a eficiência do sistema

A maximização da eficiência energética é a utilização da energia elétrica somente quando ela é necessária.

A avaliação mais importante a ser feita é a duração e a magnitude do consumo, isso serve para identificar se o uso está além da necessidade e adequá-lo, seja o acionamento de bombas por maior tempo do que necessário, desligamento de elevadores em horários fora de pico, uso de refrigeradores de ar, desligamento da iluminação quando não há passagem de pessoas etc.

4- Otimizar o fornecimento de energia

Após conhecer todo o sistema elétrico, identificar as cargas, onde estão os gastos, maximizar a eficiência e deixar de desperdiçar energia, chega a hora de otimizar o uso.

A otimização consiste na melhoria dos sistemas e/ou substituição por outros mais eficientes, como por exemplo: utilização de lâmpadas de LED, bombas de água econômicas, uso de energia e aquecimento solar, troca de fontes de energia etc.

Conclusão

Em praticamente todas as áreas é possível ter ganhos consideráveis no consumo de energia elétrica, algumas vezes a otimização será cara demais e não se justifica, a exemplo de se trocar toda a iluminação das garagens por lâmpadas de LED, ou então utilizar um sistema de aquecimento solar em um local em que se usa a água aquecida poucas vezes. Para casos como esses compensa realizar um trabalho de conscientização, mudança de procedimentos e outros meios que reduzam o tempo em que aquele equipamento ficará ligado.

Em todos os casos deverão ser feitas análises de consumo, investimento e prazo de retorno (ROI) para avaliar a viabilidade da melhoria. A página de PLANEJAMENTO poderá ajudá-lo nessa análise.

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