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Crowdfunding – Padaria na Sua Casa

Crowdfunding – Padaria na Sua Casa

Saúde e Consumo Consciente, desenvolvimento de projetos locais e redução de emissões de carbono levando a produção para perto dos pólos consumidores, sobretudo nos grandes condomínios residenciais, também é SUSTENTABILIDADE e apoiaremos todos projetos que tenham essas premissas.

A Padaria na sua Casa é uma dessas grandes ideias, sustentável e saudável, que precisa de sua ajuda e a qual temos alegria de divulgar.

http://www.kickante.com.br/campanhas/apoie-criacao-da-padaria-na-sua-casa

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Segue texto de João Villalva, idealizador do projeto:

Historicamente as crises são os maiores incentivos às inovações, criação de formas alternativas de negócio, visões diferentes e produtivas.

Quando duas pessoas encaram a idade em que o ‘mercado’ acha alta e aquela estranha qualificação excessiva, diminuído o acesso a empregos, encontrar uma saída em negócios parece o único caminho viável, mas no mercado atual, somente as saídas inovadoras e que tragam alta satisfação do cliente são as que tem real chance de sucesso.

Criar um negócio envolve, ideia, invocação, comprometimento e energia que acreditamos que Zilda e João tem de sobra, mas não todos os recursos financeiros necessários.

A essência do Projeto é a criação de uma Padaria ‘volante’ que se instala semanalmente em condomínios e leva pães e massas artesanais, feitos com matérias primas de primeira qualidade, incluindo orgânicos, sem glúten e de vários tipos e sabores, além de patês e molhos, doces requintados como sobremesas em potes e Brigadeiros Gourmet, como o de Maçã Verde, Damasco e outros.

Como confiamos muito em nosso projeto e vemos na modernidade e em conceitos como a economia colaborativa como caminhos sem volta, estamos trabalhando muito forte para viabilizar um nosso novo negócio, e para captar os recursos necessários criamos uma campanha de Financiamento Coletivo (ou “Crowdfunding”) e queremos pedir o apoio de tantos quantos puderem na divulgação da nossa campanha entre todos os seus contatos em redes sociais, na sua família, no seu ambiente de trabalho, como também contribuindo com recursos, chamados pela plataforma de Kickadores, na medida do possível.

A campanha está sendo feita através da plataforma Kickante, onde todas as pessoas terão todas as informações já a partir de hoje e poderão fazer contribuições (chamadas de Kickadas) que juntas devem atingir a meta que cuidadosamente orçamos para fazer o projeto ser concretizado e inaugurarmos em cerca de 90 dias a “Padaria na Sua Casa”.

Como todo projeto de Crowdfunding estão previstas Recompensas para os Kickadores e todas elas trarão nossa imensa gratidão e mostrarão quem está e estará ao nosso lado em prováveis novas fases, uma vez consolidada a “Padaria” quando buscaremos sócios ou parceiros. Mas tudo a seu tempo. Hoje queremos trazer para você nosso pedido de participar com sua Kickada (que está bem explicada como pode ser feita, que se preferir poderá ser até em parcelas mensais), mas também é de extrema importância que nos apoie divulgando o link da campanha, que é o seguinte:

http://www.kickante.com.br/campanhas/apoie-criacao-da-padaria-na-sua-casa

Se alguém que gostar do modelo de negócio, residir em condomínio vertical ou horizontal com mais de 100 unidades e acreditar – de preferência na Zona Leste de São Paulo, porém analisaremos propostas em toda a cidade –  por favor nos informe pois estamos desenhando o modelo de parceria de indicação e operação, para implantação depois do período inicial e após os primeiros meses.

Contato: João Villalva jjvillalva@gmail.com

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O Alcance de Nossas Ações

O Alcance de Nossas Ações

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Os impactos que geramos com o nosso lixo não se referem somente aos aterros e lixões. Não nos damos conta que esse material precisa chegar lá de alguma maneira, e isso é feito por caminhões, movidos a diesel e altamente poluentes.

Não vamos nem entrar no mérito de que as empresas de coleta fazem grandes lobbies e ganham fortunas das prefeituras, alguns aterros são privados e ganham por volumes recebidos.

Por que isso acontece?

Por que geramos cada vez mais lixo, esse material em alguns municípios é enviado a mais de 200 km de distância, gerando impacto dobrado.

O que podemos fazer?

O mínimo: comprar produtos que utilizem menos embalagens, gerar menos lixo e principalmente, destinar menos lixo a coleta pública, separando o material para a coleta seletiva e realizando a compostagem do material orgânico. É bem mais simples do que acreditamos e existe muita informação na internet.

O que falta para começar??

Apenas vontade!

http://www.agora.uol.com.br/saopaulo/2015/09/1687334-lixo-de-cidades-paulistas-viaja-ate-224-km-ate-aterro.shtml

 

Renato Munhoz – renato@condominiosimples.com.br

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Síndico Sustentável?

Síndico Sustentável?

Vemos que a grande preocupação da maioria dos síndicos é o controle da previsão orçamentária e obrigações legais, porém acreditamos que ser síndico é muito mais do que isso, envolve características de relacionamento interpessoal e novas questões, como a eficiência energética, saúde, bem-estar e principalmente a sustentabilidade.

Uma parceria entre a RJV Serviços e a Universidade FM está trazendo ao Rio de Janeiro um curso de formação e reciclagem de SÍNDICOS profissionais e condôminos, com duração de 32 horas e início em outubro de 2015.

O curso será ministrado por especialistas renomados na área e além da abordagem teórica, enfatizará soluções práticas e ações comportamentais, gestão de conflitos e outros.

Será um curso prático e dinâmico, com apresentações de casos reais e soluções, estimulando a capacidade do aluno em atuar em situações atípicas e emergenciais, inclusive aquilo que extrapola a alçada do síndico.

Informações pelo e-mail atendimento@rjvservicos.com.br

Equipamento compacto para economizar água do chuveiro será vendido por R$ 29

Equipamento compacto para economizar água do chuveiro será vendido por R$ 29

 

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Sempre foi um ponto de atenção desse blog as grandes perdas de água enquanto o chuveiro a gás aquece, a depender da distância no aquecedor, de 6 a 10 litros de água limpa e potável vão literalmente pelo ralo.

 

Eis que hoje me deparei com uma solução absolutamente simples e que resolve esse problema, um simples reservatório de água, em posts passados até dei sugestões, como o uso de baldes, mas uma solução que pode incorrer em outros problemas.

 

Trata-se do Aguawell, desenvolvido no Brasil, muito prático e acima de tudo, viável financeiramente e pode ser usado por qualquer pessoa.

 

O desenvolvimento do produto tem um custo e por isso seus desenvolvedores abriram uma linha de financiamento colaborativo, também conhecido como crowdfunding a fim de levantar os recursos necessários, avaliados em R$ 60.000,00.

 

O prazo é curto, só mais 22 dias!

 

http://www.kickante.com.br/campanhas/aguawell-light

 

Quem ajudar terá direito a ser um dos primeiros a receber o produto, caso não alcancem a meta, o dinheiro dos colaboradores será devolvido.

 

Pelos meus cálculos, em um condomínio como o meu, de 96 unidades, média de 3 habitantes e um banho por dia, são 18 litros economizados, ou 1.728 litros por dia, 51.840 litros por mês, equivalente a 51,8 metros cúbicos, suficiente para encher 2 vezes a piscina ou suprir um dia inteiro de consumo.

 

Renato Moreno Munhoz

renato@condominiosimples.com.br

O que você precisa saber sobre água de reuso

O que você precisa saber sobre água de reuso

Ainda não pensou em adotar a água de reuso como alternativa na sua casa ou condomínio? Hoje ensinamos como fazer. Confira as dicas!

 

 

A Terra tem 70% da sua superfície coberta por água. Mas 98% de todos estes litros estão nos oceanos e só os 2% restantes são potáveis – mas não acessíveis, pois estão congelados nos polos norte e sul do planeta. Existe outra parte menor no subsolo e outra menor ainda, em rios, lagos e lagoas.

 

Pensar no uso sustentável desse recurso natural tem sido uma das grandes preocupações deste século, cuja solução pode estar na água de reuso, uma forma de evitar o desperdício e garantir o seu reaproveitamento.

 

A reutilização da água não é novidade

 

A água de reuso é aquela que foi utilizada no banho, na lavagem de roupa, de varandas, de carro, a que sobra nos processos industriais e que segundo alguns padrões estabelecidos estão aptas a serem utilizada novamente. Estas águas residuais são tratada nas ETEs (Estações de Tratamento de Esgoto). Após o tratamento de água, ela pode ser reutilizada direta ou indiretamente. Quando o uso é planejado, são realizados tratamentos e ela não é lançada no meio, mas transportada para o local onde será reutilizada, ou quando ela simplesmente é lançada de volta ao seu meio natural com ou sem tratamento.

 

Em grande parte dos casos, a água de reuso é recomendada para lavar carros, irrigar campos de cultivo e jardins, combater incêndios, limpar ruas e gerar energia, não sendo indicada para consumo. Lembrando que esta água não é potável, por isso não pode ser ingerida, mas pode ser aproveitada em qualquer atividade que não ofereça riscos à saúde. Quando a água é reutilizada, ela acaba deixando mais água potável disponível, o que melhora o problema de abastecimento.

 

Água de reuso potável? Será?

 

Pesquisadores enxergam na água de reuso a solução para a crise hídrica mundial. Para eles, é justamente a água que ninguém gosta de ver, aquela que corre escondida no subsolo pela canalização de esgoto, que pode ser transformada em potável – e a tecnologia para isso já existe. Partindo do princípio que a água deve ser julgada pela sua qualidade e não pelo seu histórico, uma vez totalmente limpa e livre de bactérias ela pode servir para matar a sede. Para se ter uma ideia, só sob a cidade de São Paulo haveria o suficiente para abastecer mais de 5 milhões de pessoas.

 

Projeto pode beneficiar 3,5 milhões de pessoas no Rio de Janeiro

 

De acordo com o IBGE, 31 milhões de brasileiros ainda não têm água tratada, mas ainda assim o desperdício é grande. No Rio de Janeiro, as quatro principais empresas do Distrito Industrial têm permissão para tirar do Rio Guandu mil litros de água por segundo. No entanto, para impedir que o mar avance salgando a água, é preciso então retirar mais água ainda, fazendo com que o rio corra com mais força impedindo o avanço do mar.

 

A proposta da Secretaria estadual de Meio Ambiente é que essas empresas construam uma adutora de 14 quilômetros de extensão para retirar a água que precisam da Cedae, a Companhia Estadual de Água e Esgoto. A água fornecida seria a que hoje é usada para limpar os filtros da tubulação e que depois é devolvida ao Rio Guandu, tratada, mas não reaproveitada. Com isso a água que hoje é usada para ”brigar” com o mar impedindo seu avanço seria usada para abastecer cerca de 3,5 milhões de pessoas, havendo uma economia de 11 mil litros de água por segundo.

 

Reuso planejado da água já é realidade em várias cidades

 

A ideia de utilizar a água de reuso já é realidade em várias cidades ao redor do mundo e no próprio Rio de Janeiro. O famoso balneário de Búzios, na Região dos Lagos, faz o esgoto passar por várias estações de tratamentos equipadas com membranas e filtros especiais até ficar completamente livre das impurezas e estar em condições de ser reutilizada. Nos Estados Unidos, a cidade de Las Vegas, em pleno deserto, utiliza o mesmo procedimento.

 

Em São Paulo já existe um tratamento que transforma a água marrom de parte do esgoto da cidade em água de reuso, transparente e inodora, mas ainda não potável. Ela percorre uma adutora de 19 quilômetros até o polo petroquímico do ABC, mas a ideia é que futuramente ela seja ainda mais limpa para abastecer as torneiras residenciais. Além da solução para o abastecimento, haveria também um impacto positivo no meio ambiente, já que com todo o esgoto transformado em água de reuso os rios também seriam naturalmente despoluídos.

 

Receita caseira para reuso da água

 

Mesmo que a água de reuso ainda não tenha chegado à sua torneira você pode fazer a sua própria, reaproveitando a água da máquina de lavar roupa, do chuveiro ou da louça. Há ideias bastante simples de serem executadas e podem significar uma grande economia, evitando o desperdício. Você pode fazer um reservatório de água com reuso, com:

 

  • 1 lata de lixo de 60 litros
  • 1 bombinha de máquina de lavar roupa
  • 1 falange de 1 polegada
  • 1 mangueira de borracha
  • 2 braçadeiras
  • 1 mangueira de máquina de lavar
  • 1 cabo de abajur (que já tem o interruptor no meio),
  • 4 tábuas de pinus de 45 cm x 20 cm
  • 4 rodízios

Como fazer:

 

Faça a base formando um quadrado com as tábuas e parafusando os rodízios. Prenda a lixeira na base de forma que você possa empurrar sem que ela saia da base, o que você pode fazer com alguns calços de madeira. Faça a conexão do motor com o fio elétrico e o conecte à lixeira com uma falange e conecte a mangueira da máquina de lavar. Proteja o motor da água com uma placa de EVA, o interruptor com plástico e seu reservatório está pronto para receber a água da máquina de lavar roupa, do banho ou da louça. Ao economizar água você estará também reduzindo sua conta da concessionária e colaborando para a proteção do meio ambiente. Afinal, ser sustentável é a moda mais legal dos últimos tempos.

 

 

Texto Cortesia de Elva Vieira, redatora, estrategista de Link Building e otimização de sites e blogs.

 

 

 

A Síndica Sustentável – Condomínio Habitat

Habitat

Ações como a do Condomínio Habitat, onde a síndica Eliana Cordoni implementou tantas ações sustentáveis, mostra que é possível mudar desde que tenhamos vontade, é claro que enfrentamos dificuldades e resistências, mudanças geram medo nas pessoas, mas estamos em um caminho sem volta, ou nos enquadramos ou sofreremos ainda mais as conseqüências do que já estamos atualmente.

Convido a todos a se inspirarem no relato abaixo, pois é por iniciativas como essa que ainda luto e continuo acreditando que é possível ser diferente entre os iguais e influenciar pelo exemplo.

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O Condomínio Edifício Habitat é formado por 32 famílias, onde sempre houve a preocupação em reduzir nossas despesas. Há mais ou menos 10 anos instalamos o sistema de aquecimento solar para reduzir o consumo de gás (nosso aquecimento é central). Isso nos trouxe, com certeza, uma redução de no mínimo 50% em nossa conta de gás.

Entretanto, o gasto com a água era muito alto e em 2013 conseguimos aprovar o sistema de individualização da água, que reduziu nossa conta que girava em torno dos R$ 9.000,00 para algo em torno dos R$ 4.000,00. É evidente que trouxe um grande benefício para nós e muito mais para a natureza, pois deixamos pra traz muito desperdício de um bem tão precioso como é a água.

INDIVIDUALIZA AGUA

Agora em 2014 começamos a pensar como aproveitar melhor a água e criamos um sistema de captação da água de chuva e outro para a captação da água das lavanderias (tanque e máquina de lavar roupas). O reservatório da água de chuva é de 5.000 litros que serve para suprir as necessidades de reposição de água da piscina e regar plantas, o da lavanderia é de 3.000 litros que é utilizado para lavar as áreas de circulação, calçadas, garagens e também poderá ser usada para as plantas, porque construímos uma caixa de separação de resíduos e filtragem que possibilita usar nas plantas.

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Já demos início na construção da tubulação que poderá levar essa água de reuso das lavanderias (500 litros/h) para cima do prédio e ligar nas prumadas que atende as descargas dos banheiros (caixa acoplada), que trará uma boa economia, pois é dito que se gasta mais ou menos 16 litros de água cada vez que acionamos a descarga.

Também criamos uma horta que conta com diversas ervas tais como:- manjericão, salsão, salsinha e cebolinha, orégano, tomilho, alecrim, loro, pimenta, etc.

Entre as hortaliças temos:- alface, agrião, almeirão, catalônia, rúcula.

Também plantamos algumas frutíferas:- limão, mexerica, pitanga, romã, jabuticaba, maracujá e uva.

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Ambicionamos construir um sistema de geração de energia solar para contribuir no consumo de energia, mas isso ainda é um sonho!!!!

Síndica Eliana Cordoni

Ed. Habitat

A Água – Temos Alternativa?

A Água – Temos Alternativa?

 

À parte a briga entre São Paulo e Rio de Janeiro sobre quem tem direito ao uso das águas de um rio federal, ambos têm seus motivos para apoiar ou ser contra a mais essa transposição, porém, isso deve servir para mais reflexões sobre a nossa relação com o meio ambiente e as consequências de nossos atos.

É claro que o problema foi amplamente amenizado na tentativa de encobrir a negligência nas ações que mitigariam a questão, pois a meteorologia era clara, é só conta de mais e menos. Campanhas precoces de economia de consumo, redução e melhor tratamento de esgoto e recomposição de matas ciliares certamente dão mais trabalho do que o simples extrativismo da água, trazendo-a de cada vez mais longe.

Sim, o governo é negligente e não fez a parte dele, grande novidade essa, mas o que nós, cidadãos, estamos fazendo com esse recurso tão precioso?

Utilizamos os recursos naturais hoje como nunca visto antes, e não me refiro somente a água, inclui-se energia elétrica, combustíveis fósseis e renováveis, minérios, pesca etc. Em um padrão de vida garantido por recursos aparentemente infinitos.

A guerra pela água pode ser considerada uma prévia do que pode acontecer em um futuro próximo quando os recursos realmente não forem suficientes para todos e que prevalecerá o mais forte, certamente aquele que nunca se preocupou com isso, herança da ganância e egoismo.

Todas as nossas ações, mesmo as pequenas, deixam marcas no planeta, elas podem ser maiores ou menores. Aquelas ações que ficam dentro do limite em que o meio ambiente é capaz de compensar nós chamamos de ações sustentáveis, mas o real sentido dessa palavra tem se deturpado e transformado em um instrumento mercantil, pois ao invés de termos equipamentos que consomem menos a fim de reduzir a necessidade de energia, produzimos e vendemos mais produtos que somados consumirão tanto quanto ou mais do que antes.

Vamos refletir no que podemos fazer no nosso dia-a-dia:

  1. Consumir menos água, as razões agora parecem obvias, além disso, cobrar a melhor gestão da água em seu estado e município, evitando desperdícios, vazamentos e o tratamento adequado do esgoto.
  2. Mudança de hábitos de consumo, comprar somente o que realmente precisa e em mercados próximos de casa, sem o uso de carro, preferencialmente produzidos na região onde vive, incentivando o uso de mão-de-obra local e reduzindo as emissões geradas no transporte. Ao evitarmos comprar um produto produzido, por exemplo, na China, além de abdicar de todos esses benefícios, ainda estamos adquirindo um produto de um país cuja matriz energética é o carvão, grande gerador de CO2, causador do efeito estufa e do aquecimento global.
  3. Priorizar transportes públicos ou alternativos, como a bicicleta.
  4. As bicicletas elétricas precisam ser recarregadas na tomada e a energia elétrica no Brasil gerada por usinas hidrelétricas é só supostamente limpa. Está se lembrando de Belo Monte? Aquela usina que todos foram contra por inundar florestas, desalojar índios, assinaram petições, artistas na TV etc.? A construção de todas as usinas hidrelétricas existentes foi da mesma forma, a diferença é que você não estava lá para reivindicar… Vamos gastar menos, troquem as lâmpadas  tirem aparelhos da tomada, comprem equipamentos certificados com selo de eficiência energética etc.
  5. Faça sua horta orgânica e colete água da chuva em tambores para regá-la, é fácil, barato e muito saudável.
  6. Por fim, reutilize, conserte o que está quebrado, não tome tudo como descartável.

 

Pense, reflita, faça a sua parte. Ações simples, menos impacto, garantia de vida às próximas gerações.

 

Renato Moreno Munhoz

97932-1878

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