O que você precisa saber sobre água de reuso

O que você precisa saber sobre água de reuso

Ainda não pensou em adotar a água de reuso como alternativa na sua casa ou condomínio? Hoje ensinamos como fazer. Confira as dicas!

 

 

A Terra tem 70% da sua superfície coberta por água. Mas 98% de todos estes litros estão nos oceanos e só os 2% restantes são potáveis – mas não acessíveis, pois estão congelados nos polos norte e sul do planeta. Existe outra parte menor no subsolo e outra menor ainda, em rios, lagos e lagoas.

 

Pensar no uso sustentável desse recurso natural tem sido uma das grandes preocupações deste século, cuja solução pode estar na água de reuso, uma forma de evitar o desperdício e garantir o seu reaproveitamento.

 

A reutilização da água não é novidade

 

A água de reuso é aquela que foi utilizada no banho, na lavagem de roupa, de varandas, de carro, a que sobra nos processos industriais e que segundo alguns padrões estabelecidos estão aptas a serem utilizada novamente. Estas águas residuais são tratada nas ETEs (Estações de Tratamento de Esgoto). Após o tratamento de água, ela pode ser reutilizada direta ou indiretamente. Quando o uso é planejado, são realizados tratamentos e ela não é lançada no meio, mas transportada para o local onde será reutilizada, ou quando ela simplesmente é lançada de volta ao seu meio natural com ou sem tratamento.

 

Em grande parte dos casos, a água de reuso é recomendada para lavar carros, irrigar campos de cultivo e jardins, combater incêndios, limpar ruas e gerar energia, não sendo indicada para consumo. Lembrando que esta água não é potável, por isso não pode ser ingerida, mas pode ser aproveitada em qualquer atividade que não ofereça riscos à saúde. Quando a água é reutilizada, ela acaba deixando mais água potável disponível, o que melhora o problema de abastecimento.

 

Água de reuso potável? Será?

 

Pesquisadores enxergam na água de reuso a solução para a crise hídrica mundial. Para eles, é justamente a água que ninguém gosta de ver, aquela que corre escondida no subsolo pela canalização de esgoto, que pode ser transformada em potável – e a tecnologia para isso já existe. Partindo do princípio que a água deve ser julgada pela sua qualidade e não pelo seu histórico, uma vez totalmente limpa e livre de bactérias ela pode servir para matar a sede. Para se ter uma ideia, só sob a cidade de São Paulo haveria o suficiente para abastecer mais de 5 milhões de pessoas.

 

Projeto pode beneficiar 3,5 milhões de pessoas no Rio de Janeiro

 

De acordo com o IBGE, 31 milhões de brasileiros ainda não têm água tratada, mas ainda assim o desperdício é grande. No Rio de Janeiro, as quatro principais empresas do Distrito Industrial têm permissão para tirar do Rio Guandu mil litros de água por segundo. No entanto, para impedir que o mar avance salgando a água, é preciso então retirar mais água ainda, fazendo com que o rio corra com mais força impedindo o avanço do mar.

 

A proposta da Secretaria estadual de Meio Ambiente é que essas empresas construam uma adutora de 14 quilômetros de extensão para retirar a água que precisam da Cedae, a Companhia Estadual de Água e Esgoto. A água fornecida seria a que hoje é usada para limpar os filtros da tubulação e que depois é devolvida ao Rio Guandu, tratada, mas não reaproveitada. Com isso a água que hoje é usada para ”brigar” com o mar impedindo seu avanço seria usada para abastecer cerca de 3,5 milhões de pessoas, havendo uma economia de 11 mil litros de água por segundo.

 

Reuso planejado da água já é realidade em várias cidades

 

A ideia de utilizar a água de reuso já é realidade em várias cidades ao redor do mundo e no próprio Rio de Janeiro. O famoso balneário de Búzios, na Região dos Lagos, faz o esgoto passar por várias estações de tratamentos equipadas com membranas e filtros especiais até ficar completamente livre das impurezas e estar em condições de ser reutilizada. Nos Estados Unidos, a cidade de Las Vegas, em pleno deserto, utiliza o mesmo procedimento.

 

Em São Paulo já existe um tratamento que transforma a água marrom de parte do esgoto da cidade em água de reuso, transparente e inodora, mas ainda não potável. Ela percorre uma adutora de 19 quilômetros até o polo petroquímico do ABC, mas a ideia é que futuramente ela seja ainda mais limpa para abastecer as torneiras residenciais. Além da solução para o abastecimento, haveria também um impacto positivo no meio ambiente, já que com todo o esgoto transformado em água de reuso os rios também seriam naturalmente despoluídos.

 

Receita caseira para reuso da água

 

Mesmo que a água de reuso ainda não tenha chegado à sua torneira você pode fazer a sua própria, reaproveitando a água da máquina de lavar roupa, do chuveiro ou da louça. Há ideias bastante simples de serem executadas e podem significar uma grande economia, evitando o desperdício. Você pode fazer um reservatório de água com reuso, com:

 

  • 1 lata de lixo de 60 litros
  • 1 bombinha de máquina de lavar roupa
  • 1 falange de 1 polegada
  • 1 mangueira de borracha
  • 2 braçadeiras
  • 1 mangueira de máquina de lavar
  • 1 cabo de abajur (que já tem o interruptor no meio),
  • 4 tábuas de pinus de 45 cm x 20 cm
  • 4 rodízios

Como fazer:

 

Faça a base formando um quadrado com as tábuas e parafusando os rodízios. Prenda a lixeira na base de forma que você possa empurrar sem que ela saia da base, o que você pode fazer com alguns calços de madeira. Faça a conexão do motor com o fio elétrico e o conecte à lixeira com uma falange e conecte a mangueira da máquina de lavar. Proteja o motor da água com uma placa de EVA, o interruptor com plástico e seu reservatório está pronto para receber a água da máquina de lavar roupa, do banho ou da louça. Ao economizar água você estará também reduzindo sua conta da concessionária e colaborando para a proteção do meio ambiente. Afinal, ser sustentável é a moda mais legal dos últimos tempos.

 

 

Texto Cortesia de Elva Vieira, redatora, estrategista de Link Building e otimização de sites e blogs.

 

 

 

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A Síndica Sustentável – Condomínio Habitat

Habitat

Ações como a do Condomínio Habitat, onde a síndica Eliana Cordoni implementou tantas ações sustentáveis, mostra que é possível mudar desde que tenhamos vontade, é claro que enfrentamos dificuldades e resistências, mudanças geram medo nas pessoas, mas estamos em um caminho sem volta, ou nos enquadramos ou sofreremos ainda mais as conseqüências do que já estamos atualmente.

Convido a todos a se inspirarem no relato abaixo, pois é por iniciativas como essa que ainda luto e continuo acreditando que é possível ser diferente entre os iguais e influenciar pelo exemplo.

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O Condomínio Edifício Habitat é formado por 32 famílias, onde sempre houve a preocupação em reduzir nossas despesas. Há mais ou menos 10 anos instalamos o sistema de aquecimento solar para reduzir o consumo de gás (nosso aquecimento é central). Isso nos trouxe, com certeza, uma redução de no mínimo 50% em nossa conta de gás.

Entretanto, o gasto com a água era muito alto e em 2013 conseguimos aprovar o sistema de individualização da água, que reduziu nossa conta que girava em torno dos R$ 9.000,00 para algo em torno dos R$ 4.000,00. É evidente que trouxe um grande benefício para nós e muito mais para a natureza, pois deixamos pra traz muito desperdício de um bem tão precioso como é a água.

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Agora em 2014 começamos a pensar como aproveitar melhor a água e criamos um sistema de captação da água de chuva e outro para a captação da água das lavanderias (tanque e máquina de lavar roupas). O reservatório da água de chuva é de 5.000 litros que serve para suprir as necessidades de reposição de água da piscina e regar plantas, o da lavanderia é de 3.000 litros que é utilizado para lavar as áreas de circulação, calçadas, garagens e também poderá ser usada para as plantas, porque construímos uma caixa de separação de resíduos e filtragem que possibilita usar nas plantas.

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Já demos início na construção da tubulação que poderá levar essa água de reuso das lavanderias (500 litros/h) para cima do prédio e ligar nas prumadas que atende as descargas dos banheiros (caixa acoplada), que trará uma boa economia, pois é dito que se gasta mais ou menos 16 litros de água cada vez que acionamos a descarga.

Também criamos uma horta que conta com diversas ervas tais como:- manjericão, salsão, salsinha e cebolinha, orégano, tomilho, alecrim, loro, pimenta, etc.

Entre as hortaliças temos:- alface, agrião, almeirão, catalônia, rúcula.

Também plantamos algumas frutíferas:- limão, mexerica, pitanga, romã, jabuticaba, maracujá e uva.

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Ambicionamos construir um sistema de geração de energia solar para contribuir no consumo de energia, mas isso ainda é um sonho!!!!

Síndica Eliana Cordoni

Ed. Habitat

CARNAVAL – Caia na folia de forma consciente

Caia na folia de forma consciente

 

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Pequenas atitudes podem garantir um carnaval alegre, seguro e socialmente responsável

Carnaval é tempo de alegria. Mas a irreverência, marca principal da festa, não é desculpa para se esquecer de algumas atitudes socialmente responsáveis. O consumo consciente não diz respeito apenas a atitudes com relação ao próximo e ao planeta. Cuidados com a saúde e com a segurança próprias também estão relacionados ao consumo consciente.

 

Abaixo algumas dicas para brincar muito – conscientemente.

 

  • Não deixe seu lixo por aí. Leve uma sacola ou mochila na qual você possa armazenar o lixo que produzir até conseguir uma lixeira para descartá-lo.
  • O Carnaval é marcado por uma verdadeira explosão de criatividade. Tanto no desfile das escolas de samba, passando pelos bailes carnavalescos e pelos blocos de rua, as cidades são tomadas por fantasias criativas e irreverentes. Mostre que você é mais criativo ainda. Utilize materiais biodegradáveis na confecção de sua fantasia.
  • Se for viajar de carro, vistorie seu carro. A medida pode trazer ganhos para seu bolso e para o meio ambiente, além de maior segurança nas estradas.
  • Brincadeiras com água, como molhar os foliões com mangueiras, é coisa de outros carnavais – literalmente. A estiagem é coisa séria, que não pode ser desconsiderada nem mesmo no Carnaval.
  • Tenha paciência. Afinal é Carnaval. Perca alguns minutos nas filas dos banheiros químicos. A sua cidade agradece.
  • Se for viajar, respeite o lugar que o acolhe, seja preservando a natureza e respeitando os costumes e a cultura locais.
  • Fique atento para não perder seus documentos. Leve apenas o básico, como carteira de identidade ou de motorista.
  • Cuide-se de si mesmo: prefira comidas leves, beba muita água e sucos e aproveite para se desligar dos problemas.

 

Resumindo: seja feliz!

 

Renato Moreno Munhoz

21-97932-1878

Reaproveitamento da Água

Reaproveitamento da Água

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A água é suficiente para todos, independente das chuvas, desde que a gente use com muita responsabilidade. O Rio de Janeiro tem o maior consumo per capita do país, 329 litros por dia e ainda deperdiça mais de 30% do que trata, atacando nas duas frentes, certamente garantiremos água para todos.

Muito se fala de como podemos reduzir o consumo, acho que as medidas mais efetivas acabaram se tornando banais e com isso muitas vezes acabamos nos esquecendo de adotá-las no dia-a-dia, de qualquer forma, todos sabemos que temos que reduzir o tempo no banho, juntar roupas antes de lavá-las, usar balde para lavar o carro, não usar mangueiras para lavar calçadas, caixas acopladas com descarga de duplo fluxo etc.

Existem outras medidas que são menos óbvias e que fariam grande diferença, principalmente quando se trata de chuveiros a gás.

1- O tempo que demora em chegar a água quente ao chuveiro, a depender da distância do aquecedor, pode consumir até 10 litros de água, em uma residência de três pessoas, são 900 litros desperdiçados por mês. Multiplique pelas milhares de residências.

Sugestão: recolher essa água em baldes e utilizar nas descargas, para lavar quintal e varandas e ainda regar as plantas.

2- Regulagem do aquecedor, poucos atentam a esse detalhe, grande parte das pessoas têm aquecedores regulados para levar a água quente quase fervendo ao chuveiro e depois regula a temperatura com o uso da água fria. Aqui temos dois problemas, o primeiro é o consumo elevado de gás sendo que será necessário esfriar uma água que foi aquecida além do que precisava e segundo, será necessária uma vazão de água muito maior para garantir a temperatura ideal.

Sugestão: regular a chama do gás para que água chegue ao chuveiro na temperatura ideal.

3- Manutenção do aquecedor, qualquer tipo de falha no equipamento ou até mesmo a falta de pilhas fará com que a água não esquente e por consequência seja desperdiçada pelo ralo.

Sugestão: a manutenção periódica e a troca das pilhas garantirão não somente a redução do consumo como também a sua segurança em casa.

Outras medidas

Além da água limpa e potável que desperdiçamos, temos ainda outras águas que podem ser reaproveitadas, a principal e de maior volume é a água com sabão da máquina de lavar roupas, essa água pode ser coletada facilmente em recipientes para uso também nas descargas e para lavagem de áreas maiores, como áreas comuns, varandas, quintais etc.

Sistemas de coleta e armazenamento de água de chuva também são bem-vindos, mas dependem das chuvas que são inconstantes.

Essas são medidas simples que nos desafiam a mudar nossos hábitos, a combater o luxo que acreditamos que podemos ter, mas só conseguimos desperdiçar o que temos em abundância, o que não é o caso dos nossos recursos naturais, sobretudo, a água.

 

Renato Moreno Munhoz

renato@condominiosimples.com.br

21-97932-1878

A Água – Temos Alternativa?

A Água – Temos Alternativa?

 

À parte a briga entre São Paulo e Rio de Janeiro sobre quem tem direito ao uso das águas de um rio federal, ambos têm seus motivos para apoiar ou ser contra a mais essa transposição, porém, isso deve servir para mais reflexões sobre a nossa relação com o meio ambiente e as consequências de nossos atos.

É claro que o problema foi amplamente amenizado na tentativa de encobrir a negligência nas ações que mitigariam a questão, pois a meteorologia era clara, é só conta de mais e menos. Campanhas precoces de economia de consumo, redução e melhor tratamento de esgoto e recomposição de matas ciliares certamente dão mais trabalho do que o simples extrativismo da água, trazendo-a de cada vez mais longe.

Sim, o governo é negligente e não fez a parte dele, grande novidade essa, mas o que nós, cidadãos, estamos fazendo com esse recurso tão precioso?

Utilizamos os recursos naturais hoje como nunca visto antes, e não me refiro somente a água, inclui-se energia elétrica, combustíveis fósseis e renováveis, minérios, pesca etc. Em um padrão de vida garantido por recursos aparentemente infinitos.

A guerra pela água pode ser considerada uma prévia do que pode acontecer em um futuro próximo quando os recursos realmente não forem suficientes para todos e que prevalecerá o mais forte, certamente aquele que nunca se preocupou com isso, herança da ganância e egoismo.

Todas as nossas ações, mesmo as pequenas, deixam marcas no planeta, elas podem ser maiores ou menores. Aquelas ações que ficam dentro do limite em que o meio ambiente é capaz de compensar nós chamamos de ações sustentáveis, mas o real sentido dessa palavra tem se deturpado e transformado em um instrumento mercantil, pois ao invés de termos equipamentos que consomem menos a fim de reduzir a necessidade de energia, produzimos e vendemos mais produtos que somados consumirão tanto quanto ou mais do que antes.

Vamos refletir no que podemos fazer no nosso dia-a-dia:

  1. Consumir menos água, as razões agora parecem obvias, além disso, cobrar a melhor gestão da água em seu estado e município, evitando desperdícios, vazamentos e o tratamento adequado do esgoto.
  2. Mudança de hábitos de consumo, comprar somente o que realmente precisa e em mercados próximos de casa, sem o uso de carro, preferencialmente produzidos na região onde vive, incentivando o uso de mão-de-obra local e reduzindo as emissões geradas no transporte. Ao evitarmos comprar um produto produzido, por exemplo, na China, além de abdicar de todos esses benefícios, ainda estamos adquirindo um produto de um país cuja matriz energética é o carvão, grande gerador de CO2, causador do efeito estufa e do aquecimento global.
  3. Priorizar transportes públicos ou alternativos, como a bicicleta.
  4. As bicicletas elétricas precisam ser recarregadas na tomada e a energia elétrica no Brasil gerada por usinas hidrelétricas é só supostamente limpa. Está se lembrando de Belo Monte? Aquela usina que todos foram contra por inundar florestas, desalojar índios, assinaram petições, artistas na TV etc.? A construção de todas as usinas hidrelétricas existentes foi da mesma forma, a diferença é que você não estava lá para reivindicar… Vamos gastar menos, troquem as lâmpadas  tirem aparelhos da tomada, comprem equipamentos certificados com selo de eficiência energética etc.
  5. Faça sua horta orgânica e colete água da chuva em tambores para regá-la, é fácil, barato e muito saudável.
  6. Por fim, reutilize, conserte o que está quebrado, não tome tudo como descartável.

 

Pense, reflita, faça a sua parte. Ações simples, menos impacto, garantia de vida às próximas gerações.

 

Renato Moreno Munhoz

97932-1878

Mais 3 km de ciclorrotas no Centro do Rio

Prefeitura do Rio inaugura mais 3 km de ciclorrotas no Centro.

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Com as novas rotas, os cariocas poderão seguir do MAM à Praça Henrique Lage/ Buraco do Lume/ Largo da Carioca pela ciclovia de 1,3 km, que passará pelas Avenidas Calógeras e Graça Aranha. Do MAM à Cinelândia haverá 0,5 km de pistas, com passagem pela Av. Beira-Mar; e do MAM à Praça XV mais 1,2 km, através da rua Santa Luzia.

Redução de energia no condomínio em mais de 70%

Podemos reduzir o consumo de energia no condomínio em mais de 70%

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No último dia 21 de agosto foi o Dia da Habitação, dia em que todos os anos o Secovi Rio promove um grande evento para os síndicos. Esse ano o evento foi focado na sustentabilidade.

Fiquei imensamente feliz com a oportuna escolha do tema, nesse dia também houve o lançamento oficial do Blog Condomínios Verdes, iniciativa do Secovi Rio para difundir as boas práticas verdes para os condomínios residenciais.

Felicidade maior foi ter sido convidado para ser um dos palestrantes do dia, podendo mostrar uma parte de todas as ações tomadas com a intenção de reduzir o consumo de energia, o qual apresentei um caso real onde com ações simples a redução de energia foi de aproximadamente 70%, gerando economia anual de mais de R$ 60.000,00.

Medidas simples podem tornar o seu condomínio mais eficiente sem com isso reduzir os níveis de segurança e conforto dos moradores.

Segue link para download da apresentação: Dia da Habitação SECOVI redução custos

Essa e outras informações você encontra no Blog Condomínios Sustentáveis, canal de comunicação que mantenho desde 2011 como forma a difundir informações práticas para redução de consumo de água, energia elétrica, manutenções, coleta seletiva etc.

Renato Moreno Munhoz

21-7932-1878

renato@condominiosimples.com.br

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